Concorde: auge e queda do voo supersônico comercial

Não foi numa guerra, nem por falha técnica isolada. O Concorde voava a mais de 2.000 km/h e fazia Londres–Nova York em menos de 3h30, mas deixou de existir em 2003. O que parecia o início de uma era acabou como uma exceção. Entre disputas geopolíticas, tragédias, crises de combustível e mudanças de mercado, a aviação supersônica sumiu. Agora, uma nova aposta tenta reacender essa ambição: o Overture, promessa de retorno do voo supersônico a partir de 2029.
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