Amigo, se ajeita na poltrona porque a tarde promete aquele futebol que faz até o sofá virar arquibancada. PSG e Tottenham se encaram às 16h, horário de Brasília, no Estádio Friul, na Itália, valendo a taça da Supercopa da Uefa. É jogo de campeão contra campeão, e com pitadas de curiosidade, já que ambos ainda buscam seu primeiro troféu na competição.
O PSG chega vestindo a faixa de campeão da Champions League, depois de atropelar a Inter de Milão por 5 a 0 na final. Mas nem tudo foi passeio: no Mundial de Clubes, o favoritismo foi por água abaixo com a derrota para o Chelsea na final. Luis Enrique, no comando, quer usar o título europeu como combustível para mais uma conquista — e para provar que o tropeço ficou no passado.

O time francês não abriu a carteira como em outras temporadas, mas trouxe reforços cirúrgicos. Lucas Chevalier, ex-Lille, assume a meta no lugar de Donnarumma, fora do jogo e em clima de novela. Zabarnyi, ex-Bournemouth, chega para dar mais solidez à zaga. É o famoso “menos é mais”, desde que o menos corra, marque e chute no gol.
Do outro lado, o Tottenham vem com cara nova e sotaque dinamarquês no comando. Thomas Frank assumiu no lugar de Ange Postecoglu e já promoveu uma reformulação no elenco. Saíram peças de peso, como o ídolo Son, e entraram jovens promessas como Kudus e Tel, além de Palhinha para dar aquele tempero lusitano ao meio.
A pré-temporada dos Spurs foi aquele típico “vai e volta”: vitória contra o Arsenal, empate com o Newcastle e um 4 a 0 sofrido diante do Bayern de Munique. O desafio contra o PSG é mais que um teste, é um exame final logo na primeira aula.
O palco é especial: Udine recebe a decisão pela primeira vez desde 1996, quando a Itália ainda tinha jogos de ida e volta na Supercopa. Com capacidade para 25 mil torcedores, o Friul vai ser o termômetro de quem já chega com gás e de quem ainda precisa calibrar.
Para o torcedor brasileiro, o cardápio é completo: transmissão no SBT, TNT Sports e no streaming Max. Então, já sabe: se não der para assistir no sofá, dá para acompanhar no celular, no trabalho… desde que o chefe não passe por trás.
