Aprovação do Kisunla no Brasil reacende esperanças e alerta para limites no tratamento do Alzheimer

Esquecimento constante pode deixar de ser tratado como algo “normal”. Com a chegada do Kisunla ao Brasil, o debate sobre o Alzheimer ganha novo fôlego, mas também levanta preocupações. Embora promissor nos estágios iniciais, o remédio tem eficácia limitada em casos avançados e alto custo. A exigência de exames caros e os riscos envolvidos tornam sua aplicação restrita. Especialistas reforçam: prevenção continua sendo o melhor caminho.
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