Por Fusne.com / Alan Corrêa
28/08/2025
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A Operação Carbono Oculto, considerada a maior da história, mira a infiltração do PCC no mercado formal e atingiu fundos de investimento estratégicos.
A força-tarefa reuniu 1.400 agentes da Polícia Federal e da Receita em oito estados, investigando movimentações que podem ter superado R$ 23 bilhões.
Entre os alvos está a Reag Investimentos (REAG3), gestora independente listada na B3, que teve sua sede em São Paulo vasculhada por agentes federais.
Fundada em 2012, a Reag expandiu com aquisições, patrocínios culturais e um IPO reverso em 2025, mas agora enfrenta suspeitas graves de ligação com facção.
O caso envolve cerca de 40 fundos suspeitos de lavagem de dinheiro, além de negócios em combustíveis, fintechs, corretoras e administradoras financeiras.
As investigações ainda estão em andamento e a companhia, até o momento, não se manifestou sobre as ações da operação que abalou a Faria Lima.