Por Fusne.com / Alan Corrêa
14/08/2025
Pastores lidam com longas jornadas e pressão constante, mas a saúde mental ainda é tabu em muitas igrejas, dificultando o acesso a tratamento adequado.
Edir Macedo gerou polêmica ao minimizar o suicídio de Lucas Di Castro, pastor da Universal na Bolívia, chamando-o de homem sem fé e sem força espiritual.
A rotina pastoral inclui atender fiéis, conduzir cerimônias e lidar com problemas graves, gerando desgaste emocional que pode evoluir para burnout ou depressão.
Mudanças na legislação trabalhista exigem avaliação de riscos psicossociais, mas o tema ainda é ignorado por boa parte das lideranças religiosas no Brasil.
Reuniões semanais de cobrança por metas na IURD são apontadas como um fator que pressiona pastores e não necessariamente contribui para sua saúde mental.
Especialistas defendem que líderes religiosos reconheçam a importância de apoio psicológico, sem associar sofrimento mental à falta de fé ou fraqueza pessoal.