Nos próximos capítulos de Dona de Mim, exibida às 21h15 na Globo, a tensão da família Boaz chega ao limite. Samuel (Juan Paiva) inicia o dia com um motivo especial para sorrir: Sofia (Elis Cabral) volta a ter oficialmente o sobrenome da família em sua certidão de nascimento. A vitória judicial é comemorada na mesa do café da manhã, em um raro momento de esperança e união.
Pontos Principais:
No entanto, a celebração dura pouco. Jaques (Marcello Novaes), que já havia perdido a presidência da empresa e fora demitido por Samuel, não deixa passar a oportunidade de ironizar o sobrinho. Em tom provocativo, questiona sua capacidade de conseguir a guarda da menina, tentando desestabilizá-lo diante dos demais.

A reação de Samuel é imediata e surpreende até os mais próximos. Sem conter a raiva acumulada, ele se levanta e acerta um soco no rosto do tio, em plena mesa de café. A cena causa choque e confusão entre os familiares, sendo interrompida apenas pela intervenção de Davi (Rafael Vitti), que se coloca entre os dois para evitar maiores consequências.
O episódio deixa claro que a rivalidade entre Jaques e Samuel ultrapassou barreiras pessoais e profissionais. A tensão já vinha se acumulando desde que Samuel assumiu o papel de curador do patrimônio de Rosa (Suely Franco) e a presidência da empresa da família, além de ter descoberto o caso de Jaques com Filipa (Cláudia Abreu).
A situação, já explosiva, ganha novos contornos no tribunal. Chega o dia da audiência pela guarda de Sofia, e Samuel se mostra determinado a garantir o direito de cuidar da menina. Contudo, apesar dos esforços, a decisão judicial favorece Filipa, que sai vitoriosa e reforça sua posição na disputa.
O resultado é devastador para Samuel, que vê escapar a chance de consolidar sua vitória familiar e judicial. Ao lado da advogada, ele havia alimentado expectativas de que a retomada do sobrenome seria o primeiro passo para a conquista definitiva da guarda. A derrota, porém, o mergulha em desânimo e frustração.
Jaques, por sua vez, não perde tempo em reforçar a humilhação do sobrinho. Comemorando a derrota de Samuel, ele amplia ainda mais o clima de hostilidade. A postura debochada diante da situação expõe não apenas a rivalidade entre os dois, mas também o quanto a disputa pelo poder dentro da família Boaz está longe de terminar.
O embate entre tio e sobrinho revela uma guerra declarada. A reconciliação parece improvável, já que cada vitória ou derrota passa a ser um combustível para novos confrontos. A família, antes já marcada por tensões, agora enfrenta um racha cada vez mais profundo.
No centro desse conflito está Sofia, cujo futuro se tornou o principal motivo das batalhas. Para Samuel, ela representa a continuidade e a memória de sua família, enquanto para Jaques e Filipa, a guarda é também uma forma de poder e influência. A menina, apesar de jovem, torna-se o elo e ao mesmo tempo o motivo de divisões irreconciliáveis.
A novela mostra como relações familiares podem se transformar em arenas de disputa, onde sentimentos, negócios e decisões judiciais se misturam. O público acompanha essa escalada de tensão com intensidade, assistindo de perto ao crescimento de um clima de guerra que promete repercussões ainda mais pesadas na trama.
Fonte: Gshow