Economia
2 semanas atrás

Simulador de financiamento de veículos e imóvel são bons para se preparar para empréstimo online

Simulador de financiamento de veículos e imóvel são bons para se preparar para empréstimo online

Usar um simulador de financiamento de moto, carros ou até mesmo imóveis é uma ótima ideia para se preparar antes de ir para a ação, com a simulação é possível ver suas possibilidades com base nos seus ganhos, ou seja, a maioria dos simuladores de empréstimos online fazer o cálculo com base em seus rendimentos, te dando uma base bastante confiável de quanto e como você vai conseguir o financiamento necessário para realizar seu sonho, seja na compra de uma casa ou automóvel.

Financiamentos e Empréstimos online

Tomando os devidos cuidados, vale muito a pena simular o seu empréstimo ou financiamento pela internet, ou seja, você tem a comodidade da sua casa para poder analisar com calma e no seu tempo as oportunidades que lhe serão apresentadas, sem aquela pressão do espaço físico, em casa você pode separar um tempo, tomar um café e fazer todas as contas antes de assinar qualquer contrato, esta é uma vantagem que te da um posicionamento bastante estratégico e lhe permite ser o dono do seu destino, sem ser pressionado.

Nós recomendamos que você só faça qualquer negociação com instituições financeiras de sua confiança, como Santander, Caixa, Bradesco, Itaú ou seu banco, outra boa opção é dar uma ligada para seu gerente, assim você tem todas as informações necessárias para tomar a melhor decisão.

Fuja de promessas milagrosas ou dinheiro fácil, geralmente são armadilhas que vão lhe render muitas dores de cabeça, se você já está em um situação onde precisa emprestar dinheiro, perder mais rentabilidade não é uma opção, desconfie sempre.

Financiamento de veículos

Quem procura um carro para comprar e não tem todo o dinheiro necessário para realizar esse sonho, pode optar pelo financiamento para alcançar este objetivo, mas deve tomar alguns cuidados antes.

O mercado de crédito para a compra de veículos novos continua a dar sinais positivos em 2017. Os bancos de montadoras e independentes concederam R$ 8,2 bilhões em financiamentos, segundo melhor resultado do ano, ficando abaixo apenas do volume registrado em março, que foi de R$ 8,3 bilhões. Na comparação com o mês anterior, a alta foi de 23% e, em doze meses, de 31,3%. O maior montante, de R$ 7,2 bilhões, foi destinado às pessoas físicas, enquanto os R$ 963 milhões, para as pessoas jurídicas.

Segundo os dados divulgados no último boletim da ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), nos cinco primeiros meses deste ano, o total de recursos liberados para financiamentos foi de R$ 36,9 bilhões, aumento de 19,9% na comparação com o mesmo período de 2016. Para as pessoas físicas foram concedidos R$ 33 bilhões (crescimento de 19,9% em doze meses) e para as jurídicas, R$ 3,9 bilhões (alta de 21,1% em um ano).

Na avaliação do presidente da entidade, Gilson Carvalho, o crescimento no mercado de crédito automotivo ainda é tímido, mas a tendência é de retomada até o final do ano. “As sucessivas quedas na taxa de juros deixam o consumidor um pouco mais confiante na hora de fechar a compra de um bem de maior valor agregado. Mas, por outro lado, a taxa de desemprego ainda continua alta, o que faz com que as pessoas mantenham cautela na hora de pedir crédito. O mesmo acontece com os bancos, que continuam rigorosos na avaliação do perfil do comprador do veículo antes de conceder um empréstimo”, avalia.

Cuidado com as taxas de juros

Entre quem possui financiamentos, 82% têm apenas um atualmente. Cerca de 35% consideram as taxas de juros cobradas abusivas. Já a média dos que possuem é de 18 parcelas. A grande maioria (83%) não tem parcelas em atraso, mas 15% possuem de 1 a 10 prestações pendentes. As principais garantias solicitadas para o financiamento foram o seguro (22%) e garantias de um avalista/fiador (20%).

Sete em cada dez consumidores (71%) afirma que eles mesmos solicitaram essa modalidade de crédito, já 15% adquiriram após a oferta das instituições financeiras. Outra constatação da pesquisa é que muitos consumidores não tomaram cuidado antes de assumir um financiamento. Dois em cada dez (19%) entrevistados que tem esse serviço financeiro admitiram não ter analisado as tarifas e juros cobrados, sobretudo as mulheres (28%), e 14% não verificaram no orçamento a real possibilidade de pagamento das prestações antes de decidir pelo financiamento.

De acordo com os dados, 30% dos consumidores que estão pagando um financiamento já tiveram o nome incluído em instituições de proteção ao crédito em razão de atrasos das prestações, sendo que 14% ainda se encontram nesta situação.

“Um financiamento é um grande passo para qualquer consumidor. Mesmo que se trate de um sonho de consumo, é preciso estar preparado para arcar com este compromisso, que certamente irá impactar o orçamento e a vida financeira por um longo período”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “O primeiro passo é se planejar, fazendo as contas e considerando o valor da prestação, o prazo acordado e, principalmente, sua capacidade real de pagamento. Se o financiamento comprometer a quitação das despesas básicas, ou mesmo se a pessoa perder o emprego ou tiver uma diminuição na renda, são grandes as chances de endividamento e desequilíbrio financeiro, caso ela não se planeje corretamente”, explica.

Financiamento é uma boa opção para empresas e negócios

De acordo com Ivan Hussni, diretor técnico do Sebrae-SP, o ideal é iniciar o negócio com uma reserva financeira, pois o início de um empreendimento com dívidas pode inviabilizar um negócio promissor. Sabemos que nem sempre isso é possível e, se realmente for preciso buscar dinheiro o empreendedor pode tentar um auto financiamento, como alternativa, vender ou penhorar um bem, realizar a troca de seu automóvel por um de menor valor, ou ainda contar com o apoio financeiro de um parente ou com um investidor.

Quem está começando deve considerar os ganhos que pode obter com as diferentes modalidades de crédito disponíveis. As pessoas estão tentando encontrar meios distintos para financiar os negócios e existem instituições financeiras que trabalham com microcrédito, geralmente com condições de pagamentos e taxas mais atrativas para o empreendedor.

Hussni aponta também que, para tornar os empréstimos desnecessários, uma alternativa é a boa gestão do fluxo de caixa e a economia de recursos, como a renegociação com os fornecedores. “Hoje, existem diversas formas do empreendedor conseguir crédito e nem todas são com instituições financeiras, por exemplo, ele consegue negociar uma forma de pagamento específica diretamente com seus fornecedores, pagando as mercadorias a prazo e fazendo caixa, quando, no ato da venda, o pagamento for à vista”, afirma.

Contudo, quando for imprescindível contrair um empréstimo, Hussni destaca a importância de avaliar todas as taxas bancárias e o planejamento financeiro do seu negócio, conhecer e estudar quais as possibilidades de retorno e, por fim, definir onde e como será utilizado o dinheiro do crédito.

“Embora causem problemas e riscos, as crises econômicas também são impulsionadoras de oportunidades. É o momento de estimular a capacidade criadora, ofertar novos produtos e soluções, conhecer melhor o mercado e seu cliente, mas é fundamental ter um plano estruturado para o seu negócio.”, salienta Hussni.

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