Em Dona de Mim, Jaques, interpretado por Marcello Novaes, passou a enfrentar as consequências de sua trajetória marcada por golpes e manipulações. No capítulo exibido em 19 de agosto, o vilão foi surpreendido por Tânia, papel de Aline Borges, que arquitetou um plano de vingança tão ousado quanto simbólico.
A cena foi construída em clima de suspense. Tânia chegou preparada, exibindo elegância e segurança, antes de sacar uma arma e disparar seis tiros contra o ex-marido. O impacto foi imediato, mas logo o público descobriu que se tratava de balas de festim. O objetivo não era eliminar o personagem, mas sim deixá-lo acuado, em pânico e sem saber até onde a vingança da ex poderia chegar.

O barulho dos disparos atraiu Samuel, vivido por Juan Paiva, e Ricardo, interpretado por Marcos Pasquim, que entraram na sala no momento de tensão. Surpresos, eles encontraram Jaques atônito diante do deboche de Tânia, que ironizou a expressão de medo do vilão. A sequência mostrou como a personagem não pretende recuar em sua determinação de desmascarar os crimes do ex-marido.
Jaques tentou reagir, avançando contra Tânia para tomar a arma. Nesse instante, Samuel questionou o comportamento da mulher, mas foi rebatido com firmeza: a vingança dela não seria mero capricho, mas uma forma de expor a série de abusos e manipulações do empresário. A troca de acusações evidenciou o conflito em escalada e o isolamento do vilão, que se mostrou vulnerável pela primeira vez.
A partir deste episódio, Tânia passa a investir em estratégias mais discretas para prejudicar Jaques. Um de seus alvos é o celular de Ricardo, que contém a prova de que o empresário sabotou o carro do próprio irmão, Abel, personagem de Tony Ramos. A intenção da vingança é desestabilizar o ex em várias frentes, revelando crimes e fragilidades.
Além da prova da sabotagem, Tânia decide compartilhar informações com Samuel sobre o plano de Jaques de interditar Rosa, papel de Suely Franco. Ao mesmo tempo, ela indica caminhos para que o jovem encontre registros financeiros capazes de incriminar o tio. A cada passo, a personagem amplia o cerco contra o empresário, em uma trama que mistura vingança pessoal e justiça moral.
A guerra entre os dois se intensifica também no ambiente corporativo. Tânia move peças para impedir que Jaques seja premiado como “empresário do ano”, minando sua reputação e seu prestígio. O vilão, acuado e sem saída fácil, é obrigado a enfrentar a possibilidade de que seu império de mentiras comece a ruir justamente pelas mãos de quem mais tentou manipular.
