O Orlando Scarpelli vai ferver nesta segunda-feira. De um lado, o Figueirense tentando retomar o embalo e encerrar um incômodo jejum de quatro partidas sem vitória. Do outro, o Maringá, que chega com novo treinador e um histórico recente nada animador, mas carregado de esperança para virar a chave.
A bola vai rolar às 19h30, e o torcedor alvinegro sabe que o apoio será fundamental para empurrar o time. Pintado, no comando do Figueira, teve dores de cabeça na escalação, especialmente com a dúvida sobre Rafael Longuine, que sentiu desconforto muscular. Mesmo assim, prometeu mexidas para dar mais criatividade e velocidade ao time.

O Maringá, por sua vez, estreia Rodrigo Chipp no comando. O treinador acompanhou o último empate e agora prepara mudanças estratégicas, com o retorno de Max Miller e Ronald na defesa e Negueba reassumindo a titularidade no ataque. A missão é dura: quebrar uma sequência de 11 jogos sem vitória, sendo 10 pela Série C e um pela Copa do Brasil.
Para o Figueirense, o objetivo é somar três pontos e manter vivo o sonho da classificação. O time tem desfalques confirmados de Breno e Leonan, além de pendurados que precisam ter cuidado para não aumentar a lista de ausências. Pintado também indicou que pode mudar o sistema de jogo, deixando o torcedor na expectativa.
O Maringá não terá Danielzinho, suspenso, e ainda sofre com um departamento médico movimentado. A nova comissão técnica tenta reerguer o moral do elenco e busca se apoiar nos reforços defensivos para conter o ímpeto ofensivo do adversário.
Além do aspecto técnico, o jogo carrega um fator psicológico importante. A pressão sobre o Figueira em casa e o desejo do Dogão de mostrar serviço sob nova direção podem transformar cada lance em decisão. E, convenhamos, é o tipo de jogo em que um detalhe pode mudar tudo.
Para quem vai acompanhar de longe, as transmissões ficam por conta do DAZN e do SportyNet+. E se tem uma coisa que é certa, é que emoção não vai faltar — seja pela vibração do estádio ou pela tensão no banco de reservas.
Fonte: Cbf.
