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1 semana atrás

Como funciona a energia solar residencial, conheça vantagens e desvantagens

Como funciona a energia solar residencial, conheça vantagens e desvantagens

Ter energia solar fotovoltaica em casa ainda é um privilégio restrito a poucos moradores no Brasil, apesar da tecnologia já estar bastante evoluída, com uma série de vantagens e grande economia a longo prazo, o método ainda não ganhou a notoriedade popular que necessita em nosso país, mesmo sendo uma solução sustentável para o futuro.

Vantagens e desvantagens

O Brasil conta com 438,3 MW de potência instalada de geração solar, mas espera, em 2018, entrar para a lista de 15 países com mais geração no mundo, ao se considerar a operação da potência já contratada de 2,6 GW, conforme dados divulgados pelo Ministério de Minas e Energia no boletim “Energia Solar no Brasil e Mundo”.

Segundo o presidente da ABESCO, Alexandre Moana, a ineficiência ocorre quando se utiliza equipamentos que gastam uma quantidade maior de energia, ou que apresentam situação de desperdício. “Um exemplo são as esteiras em linhas de produção. Se estruturadas para comportar mil produtos, a queda na produção por conta da economia atual gera desperdício, pois o equipamento continua sendo utilizado da mesma forma, mas carregando uma quantidade menor de produtos”.

Ainda segundo Moana, 40% da energia elétrica do País é consumida apenas pelo setor industrial, que tem potencial de economia entre 6,2% e 10% da energia elétrica produzida. Já nas residências, onde o desperdício é causado principalmente pelos eletrodomésticos, a ABESCO afirma que é possível economizar até 15% da eletricidade. A energia solar fotovoltaica é sugerida como a melhor solução para combater o desperdício sem gerar impactos no meio ambiente, ao mesmo tempo em que se promove a sustentabilidade por meio da eficiência energética.

“São inúmeros os benefícios da energia fotovoltaica, começando pelo fato de que é praticamente gratuita. Depois que se recupera o investimento inicial, é necessário apenas um gasto mínimo com a manutenção. Tem também a questão do meio ambiente, pois não emite gases poluentes e não gera resíduo”, o presidente da ABESCO explica também que o sistema é flexível, por conta das diversas formas como podem ser montadas as células fotovoltaicas, aumentando a eficiência e se adequando às necessidades e possibilidades da estrutura.

As estatísticas de energias renováveis e empregos publicadas no balanço anual da IRENA (Agência Internacional de Energias Renováveis) revelam que o número de pessoas empregadas na indústria global de energia renovável cresceu 5% em 2015, chegando a 8,1 milhões. É com energia solar que trabalham os empregadores mais importantes desse setor, responsáveis por 2,8 milhões de postos de trabalho nesse mesmo ano.

No segmento de energias renováveis, o setor de energia solar é globalmente o maior empregador. A maioria dos empregos criados nesse setor foi em operação e manutenção, e os maiores empregadores são a China, o Brasil e a Índia.

No Brasil, atualmente, o maior número de empregados na indústria de energia renovável está nos setores de bioenergia e de grandes hidrelétricas, embora também cresçam os empregos no setor eólico, graças a um aumento nas instalações e manufatura nacional.

Como funciona a energia solar fotovoltaica

A energia obtida através da conversão direta da luz em eletricidade é chamado de Efeito Fotovoltaico, por isso esse tipo de sistema é conhecido pelo nome energia solar fotovoltaica.

A célula fotovoltaica é um dispositivo fabricado com material semicondutor, a unidade fundamental desse processo de conversão. Este tipo de energia usa-se para alimentar inumeráveis aplicativos e aparelhos autónomos, para abastecer refúgios ou moradias isoladas da rede elétrica e para produzir eletricidade a grande escala através de redes de distribuição.

A diferença das tecnologias de geração de energia baseadas em combustíveis fósseis, a energia solar fotovoltaica não produz nenhum tipo de emissões nocivas durante o seu funcionamento, ainda que a produção dos painéis fotovoltaicos apresenta também um verdadeiro impacto ambiental. Os resíduos finais gerados durante a fase de produção dos componentes, bem como as emissões das fábricas, podem gerir-se mediante controles de contaminação já existentes. Durante os últimos anos também se desenvolveram tecnologias de reciclagem para gerir os diferentes elementos fotovoltaicos ao finalizar sua vida útil, e se estão a levar a cabo programas para incrementar o reciclagem entre os produtores fotovoltaicos.

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