A presença do mosquito Aedes aegypti trouxe ao Brasil e outros países doenças que, embora transmitidas pelo mesmo vetor, se diferenciam em sintomas e gravidade. Chikungunya, dengue e zika são infecções virais que preocupam a saúde pública.
Pontos Principais:
A chikungunya se destaca pela febre alta de início súbito e dores articulares intensas, capazes de limitar os movimentos dos pacientes. O nome, de origem africana, remete à postura encurvada causada pela dor.

Além das dores nas articulações, os pacientes com chikungunya podem apresentar inchaço, manchas na pele e, em alguns casos, sintomas persistentes que evoluem para formas crônicas de artrite.
A dengue é conhecida por sua febre alta, dor muscular intensa — a famosa “febre quebra-ossos” — e dor de cabeça localizada atrás dos olhos. Em alguns casos, podem surgir hemorragias que agravam o quadro clínico.
A infecção por dengue pode ser causada por quatro sorotipos diferentes do vírus. Uma nova infecção por outro sorotipo aumenta o risco de formas mais graves, como a dengue hemorrágica.
A zika, por outro lado, apresenta sintomas mais brandos. Febre baixa, manchas vermelhas, coceira e conjuntivite sem secreção ocular caracterizam os quadros leves da infecção.
Apesar de causar sintomas moderados, a zika é extremamente preocupante durante a gestação. A infecção no primeiro trimestre da gravidez pode causar microcefalia e outras alterações neurológicas no feto.
Enquanto chikungunya e dengue causam maior desconforto físico imediato, a zika traz repercussões a longo prazo, especialmente para bebês. Por isso, o combate ao mosquito continua sendo a principal estratégia de prevenção.
Cada uma dessas doenças apresenta riscos específicos, exigindo diagnóstico preciso e tratamento adequado. A conscientização e a prevenção são essenciais para conter novos surtos.
A chikungunya, a dengue e a zika são doenças virais transmitidas principalmente pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, mas elas têm diferenças importantes:
Fonte: Governo-BA, Fiocruz e Butantan.
