No dia 28 de agosto, segunda-feira, o cenário musical brasileiro perdeu uma de suas estrelas mais brilhantes com o falecimento da cantora Lana Bittencourt, aos 91 anos.
Lana, artista da “Era de Ouro do Rádio”, havia sido hospitalizada no final de julho em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para tratar uma infecção urinária e uma bactéria em seu organismo.
Posteriormente, foi transferida para o Hospital Alcides Carneiro, situado em Petrópolis, na Região Serra do Rio de Janeiro, onde residia.
O Serviço Social Autônomo Hospital Alcides Carneiro (Sehac) confirmou o falecimento da paciente Irlan Figueiredo Passos, conhecida artisticamente como Lana Bittencourt, às 17h30 da segunda-feira (28), no Centro de Terapia Intensiva (CTI) da referida instituição. Lana havia sido admitida na unidade desde 28 de julho. A direção hospitalar aguarda a autorização da família para divulgar informações detalhadas sobre a causa do óbito.
Detalhes sobre as cerimônias de velório e sepultamento ainda não foram divulgados.
Nascida em 5 de fevereiro de 1932, Lana Bittencourt deixou uma marca indelével na década de 1950, durante a famosa “Era de Ouro do Rádio” brasileiro. Entre suas interpretações memoráveis está a música “Se todos fossem iguais a você”, uma composição de Tom Jobim. Sua habilidade de cantar em diversos idiomas lhe rendeu o apelido de “A Internacional”.
Além de seu sucesso musical, Lana também se destacou como atriz, participando de projetos significativos ao lado de Mazzaropi. Ela atuou em produções marcantes como “Chofer de Praça”, “Jeca Tatu” e “As Aventuras de Pedro Malasartes”.
O legado de Lana Bittencourt permanecerá como uma parte inestimável da rica história da música brasileira, recordando seus talentos como cantora e atriz que conquistou o coração de gerações.
*Com informações do G1.