Com base em projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), há indicações de que o país poderia retornar ao seleto grupo das 10 maiores economias globais já no próximo ano.
Recentemente, o Instituto de Estatísticas do país anunciou um aumento de 0,9% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no segundo trimestre deste ano, marcando a oitava expansão consecutiva do indicador em uma base trimestral.
As projeções do FMI, divulgadas anteriormente, previam um crescimento de 2,1% na economia brasileira para este ano, sem considerar os resultados do segundo trimestre. Isso superou as expectativas do mercado, que estimava um crescimento de apenas 0,3% em relação ao trimestre anterior.

De acordo com analistas, se o Brasil continuar mantendo o ritmo de crescimento econômico atual e não enfrentar grandes perturbações no cenário econômico global, as chances de retornar ao grupo das 10 maiores economias do mundo são consideráveis.
Especialistas enfatizam a necessidade de o país continuar implementando medidas econômicas essenciais, como o novo marco fiscal e a reforma tributária, além de manter a trajetória de redução das taxas de juros e promover maior estabilidade nas questões institucionais para restaurar a confiança de empresários e investidores.
Projeções indicam um crescimento do PIB brasileiro de 2,4% neste ano, superando as estimativas do FMI.
Analistas também apontam que, se o crescimento econômico for ainda mais expressivo do que o previsto, e a moeda nacional se valorizar, o país poderá alcançar uma posição mais elevada no ranking das maiores economias globais em 2023, algo que não acontece desde 2017.
