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Bahia é líder na produção de energia eólica

Bahia se destaca na liderança da geração de energias renováveis. No primeiro trimestre de 2023, o estado alcançou a impressionante marca de 34,25% de produção de energia eólica, a maior contribuição desse tipo no Brasil. Além disso, a energia solar obteve uma participação significativa, atingindo 19,72%, o segundo maior percentual. Esses dados foram divulgados pela respeitada Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Publicado em Brasil dia 6/06/2023 por Alan Corrêa

Bahia se destaca na liderança da geração de energias renováveis. No primeiro trimestre de 2023, o estado alcançou a impressionante marca de 34,25% de produção de energia eólica, a maior contribuição desse tipo no Brasil. Além disso, a energia solar obteve uma participação significativa, atingindo 19,72%, o segundo maior percentual. Esses dados foram divulgados pela respeitada Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Segundo Victor iOcca, diretor de Energia Elétrica da Associação dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace), a energia elétrica é um recurso essencial, e quando um país consegue fornecer eletricidade confiável e acessível à população, isso impulsiona a competitividade da indústria. Ele ressalta que esse desenvolvimento resulta em geração de empregos, aumento da renda e melhoria da qualidade de vida para toda a sociedade.

Torres de geradores de energia eólica no Rio Grande do Norte (Miguel Ângelo/CNI)

Bernardo Sicsú, vice-presidente de Estratégia e Comunicação da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), destaca que a energia elétrica, especialmente proveniente de fontes renováveis, é um caminho natural para o Brasil, que possui recursos naturais abundantes e propícios à geração de eletricidade limpa.

Um avanço ainda maior nesse cenário promissor pode ser alcançado com a implementação do novo marco regulatório do setor elétrico (PL 414/2021). O projeto de lei, já aprovado no Senado, aguarda a criação de uma comissão temporária pela mesa da Câmara dos Deputados. Caso seja implementado, permitirá que todos os consumidores de eletricidade escolham seus fornecedores de energia, independentemente da carga e tensão utilizadas.

Atualmente, os consumidores comuns e pequenas empresas estão inseridos no mercado cativo, também conhecido como ambiente de contratação regulada (ACR), no qual a energia é adquirida por meio das distribuidoras. Nesse cenário, os cidadãos estão limitados à compra de energia da concessionária que atende à sua região, ficando sujeitos às tarifas impostas pela empresa.

*Com informações do Brasil 61.